quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Louca por cestas!

"Mas tu não devias andar preocupada só com a mala de maternidade e coiso?"

Vá, podem dizer, eu sei que é isto que estão já a pensar. 

E é verdade, a mala da maternidade também requer alguma atenção e eu até posso ainda ter muita coisa para preparar em relação à mini ansiosa, mas a mala já está preparada, não vá ela ser apressadinha!

Posto isto, a minha atenção anda virada para outro tipo de malas. Sou louca por cestas, tenho algumas, mas a zara não perdoa e acho que me vou oferecer pelo menos mais uma destas.

O difícil aqui vai ser escolher porque gosto de todas! Socorro!

Qual escolho? Ajudem-me!

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quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Escola Missão Continente - 2ª edição


O programa Escola Missão Continente está de regresso e este ano conta com a participação de 139 escolas que envolvem 9441 alunos, 480 professores e 100 embaixadores (colaboradores Continente).

O objectivo é sensibilizar a comunidade escolar para o problema real da obesidade infantil, promovendo uma alimentação saudável, um estilo de vida activo e o consumo consciente.

Para isso as crianças poderão contar com sessões em sala de aula, jogos e desafios didáticos onde serão convidadas a mostrar os conhecimentos adquiridos e visitas às lojas Continente.

Na 1ª edição as sessões eram asseguradas apenas pela equipa de nutricionistas do Continente e uma das novidades deste ano é o envolvimento de outros colaboradores de todo o país que para o efeito recebem formação, garantindo assim o sucesso da iniciativa.


O evento de apresentação desta 2ª edição do Escola Missão Continente contou com a presença de Telma Monteiro, Patrícia Mamona e do Chef Nuno Queiroz Ribeiro que foram recebidos com grande entusiasmo pelos mais pequenos! 




O 1º de dois desafios está lançado e o tema é "Aliar a diversão à alimentação saudável" e tendo em conta a motivação que vi hoje nos mais pequenos, a luta vai ser renhida para chegar ao prémio final que será entregue à escola com melhor desempenho ao longo do programa.

Deste lado resta-me desejar boa sorte a todos, já que diversão e boa alimentação tenho a certeza não vão faltar!

Mais informações sobre o programa AQUI!

sábado, fevereiro 17, 2018

Olá 43 ❤



17/02/2018
Sábado
Muitas nuvens lá fora, mas muito sol cá dentro


Olá blogue, olá gente bonita que está sempre desse lado! ❤

Hoje dei as boas vindas aos 43 guardada no abraço do meu amor, enquanto a nossa bebé Alice fazia a festa dentro do seu T0 privado e o telefone tocava com as minhas bichinhas do outro lado contentes porque estavam a caminho.

Sempre que paro um bocadinho para pensar como cheguei aqui, percebo que apesar de nunca me ter passado pela cabeça que esta seria a minha vida aos 43 anos, sem ter planeado este caminho, estou exactamente onde sempre quis estar porque estou feliz e essa foi sempre a minha única certeza. Eu sempre quis estar feliz. Não quase feliz, não feliz assim, assim. Eu sempre quis estar onde pudesse ser apenas feliz!

Eu que sempre me senti um bocadinho no lugar errado à idade errada, hoje sei que era aqui exactamente onde tinha que chegar. Com o rosto mais carregado pelas marcas normais que os anos e a vida me foram oferecendo. Com a experiência que carrega consigo os momentos bons e maus ao longo dos anos. Com todas as pessoas que de uma ou outra forma escreveram comigo um caminho e com um coração que já aprendeu que não vale a pena guardar ressentimentos, culpas ou arrependimentos, cheguei aos 43 anos com a certeza de que muita coisa maravilhosa está ainda por chegar! 



sexta-feira, janeiro 19, 2018

Ah, ela está grávida...


Esperar um bebé tão desejado é a melhor coisa do mundo, mas isso não quer dizer que estar grávida seja um mar de rosas. Eu gostava de ser uma daqueles 5 ou 6 mulheres que dizem que tiveram uma gravidez santa, mas não sou.

Preparamo-nos para mil e um desconfortos, vamos aceitando mais um dia de enjoos, aquela ciática que nos faz pensar que um dia destes talvez seja necessário usar uma muleta, a insónia que faz dar mil voltas na cama durante a noite e o sono que se torna incontrolável durante o dia sempre com um brilho nos olhos, porque afinal é pela melhor causa do mundo. Depois chegamos ao parto e encaramos as dores terríveis como a luz ao fundo do túnel, a recompensa mais que merecida, acompanhada da certeza de que tudo valeu a pena.

O que não faltam por aí são artigos que nos preparam para 9 meses de instabilidade emocional e dificuldades várias, mas onde está a informação que poderia ajudar a preparar todos os que fazem parte da vida da grávida e consequentemente estão envolvidos na gravidez? 

Onde andam os "livros" que ajudam a perceber que numa altura em que tanto está a acontecer, as nossas emoções estão à flor da pele? Que a qualquer momento passamos do riso à tristeza e até à aparente raiva sem sentido e que tudo o que não precisamos é que nos façam sentir invisíveis e bipolares? 

É exagero uma grávida achar que deixou de existir ou na verdade só está a sentir na pele que de repente se acabaram os jantares com amigos, as compras com amigas ou até as conversas banais, já que para muitas pessoas agora ela é só uma grávida e portanto está na hora de a excluir de tudo que não envolva barrigas, contracções, fraldas e bebés.

Exagero? Sabem o que é exagero? É ter de lidar com o tsunami de alterações a acontecer num tão curto espaço de tempo e isso é algo que só quem esteve/está grávida consegue entender, mas um bocadinho de informação e alguma compreensão podia ajudar muito.




terça-feira, janeiro 16, 2018

As super Nany e as super Mães!


Eu vi o programa no domingo. Eu até estava curiosa, não conhecia o formato e ainda pensei que pudesse trazer alguma ajuda com "dicas" e conselhos de uma profissional, porque eu não sou uma super Mãe e há momentos em que também desespero por não saber bem o que fazer mais para dar a volta àquela birra.

No final do programa, também eu (à semelhança de tanta gente que viu a super nanny) percebi que afinal não há ali grande coisa a aproveitar-se. Há em horário nobre a exposição exagerada e humilhante de uma criança e da sua família cansada e a precisar realmente de ajuda e era aqui que queria chegar.

Será que a Mãe da Margarida tinha noção daquilo a que estava a sujeitar a filha ou será que era apenas uma Mãe esgotada e a precisar desesperadamente de ajuda, tendo sido esta a forma que na altura lhe pareceu a certa? Eu não sei e por isso não me vou pôr a criticar só porque não gostei do que vi!

A estratégia usada pela psicóloga também está a chocar toda a gente. Não me digam que eu sou a única mãe do mundo que muitas vezes tem de negociar com as filhas para que alterem o comportamento? 

"Marta o comportamento na escola não tem sido bom, por isso não vais à visita de estudo à Kidzania. Para ires à próxima, tens de melhorar na escola."

E o banquinho? Também nunca disseram aos vossos filhos:

"Agora vais um bocadinho para o quarto pensar no que acabou de acontecer e quando estiveres mais calma, vens conversar comigo!""

Sério? Sou só eu? Sou uma péssima mãe, de certeza!

E agora pergunto, e as super-mães dos baby blogs encenados que nos vendem vidas perfeitas? Essas mesmo que sem ver sequer o programa, não deixaram de opinar e mostrar-se indignadas? Aquelas que sabem sempre tudo sobre educação e mostram que o único caminho é ter toda a paciência do mundo para os filhos (a parte da empregada que têm a tempo inteiro para estar com os filhos, é pormenor) mas que em eventos não deixam a criancinha ir fazer xixi porque ainda tem que tirar 25 fotos (true story)? Isto não é uma forma exagerada de exploração/ exposição?

Olhando para as redes sociais, blogues e afins, chego à conclusão que com os filhos dos outros somos todos muito bons pais!





quarta-feira, dezembro 27, 2017

Natal duas vezes ❤



O Natal é a festa da família e quando os pais estão separados há uma tendência para se achar que tudo se complica, que nada é igual e o Natal se torna apenas uma época de angústia, ansiedade e tristeza para todos.  

Aos que ainda me olham com alguma pena nestas alturas eu tenho que dizer que não tem que ser assim e que no nosso caso não é mesmo!

É certo que igual nunca será e perdem-se algumas tradições e é natural que as crianças se lembrem dos Natais passados e em algum momento pensem como era quando estavam todos juntos, mas com bom senso e principalmente o amor dos pais que os coloca sempre em primeiro lugar, com o tempo adaptam-se à nova realidade. 

A verdade é que perderam a família nuclear, mas a restante mantém-se e isso deve ser uma referência para eles. 

Natal é família, não é só Pai e a Mãe! 

São os avós, o tios, os primos e toda a família de coração que ganham quando as famílias se recompõem!

Nos primeiros Natais depois do divórcio, achámos que o melhor para todos seria num ano passarem o 24 com o Pai e o 25 com a Mãe e no seguinte trocar, mas este ano chegámos à conclusão que as coisas deviam mudar, já que esta realidade não nos permitia sequer sair de Lisboa, visto que no dia seguinte lá tinham as miúdas de andar de casa em casa. 
Com o acordo delas o Natal passa a ser um ano com a Mãe e outro com o Pai e isto aplica-se igualmente à passagem de ano.  
Escolheram passar este Natal com a família do Pai, até porque no próximo teremos por cá a nossa menina Jesus e elas não querem perder o seu primeiro Natal.

Não posso dizer que não senti a falta de toda a agitação durante a noite que é tão mágica para elas, da alegria ao rasgar papel de embrulho, mas sabendo que estavam felizes do outro lado do amor, eu estive feliz também e no final de contas, acabámos por ter Natal duas vezes. 


domingo, dezembro 17, 2017

Memórias de um Parto ❤


Há 14 anos por esta hora a minha primeira filha já tinha nascido mas eu ainda não sabia se ela estava bem.

Entre as 14h40 do dia 16 quando dei entrada na maternidade e as 5h40 do dia 17, o tempo parecia não passar. Entre corredores feios e quartos vazios, nenhuma cara me era conhecida e o medo e a ansiedade iam aumentando. Fui esperando até que o momento chegasse (que remédio!) sem entender porque não tinha ali nenhuma pessoa minha comigo.
Soube mais tarde que lá fora perguntavam por mim e as respostas alternavam entre o "ainda está muito atrasado...", "Quando for para entrar, avisamos.." e até "ela agora levou epidural e está a dormir..." (como se fosse possível dormir num momento destes). 
[Quando tudo passou ralhei com toda a gente por por me sentir abandonada e não terem insistido ou feito um barraco para que deixassem alguém entrar!]

É difícil para mim precisar exactamente as horas em que tudo ia acontecendo porque não me lembro de ver nenhum relógio na parede e os enfermeiros, médicos, auxiliares e estagiários que iam entrando, não falavam muito comigo, apenas faziam o "toque" trezentas e cinquenta vezes. O que sei é que depois de muitas horas de se iniciar a indução do parto as dores começavam finalmente a aumentar. Sentia-me estranhamente feliz por estar finalmente a sentir alguma coisa e hoje sei que era o alívio por saber que estava finalmente na hora de conhecer a minha bebé.

A primeira dose de epidural atenuou as dores mas por muito pouco tempo e naquele dia o médico novinho com quem eu embirrava nas consultas foi quem entrou na sala de parto, tal anjo caído do céu, e dou ordem imediata para me darem a segunda dose o que acelerou todo o processo.

Depois disto, em poucos minutos a minha filha nasceu em silêncio o que me deixou logo assustada. Começo a ver toda a gente a correr e aos gritos com a Camila nos braços e fico sozinha novamente. Uma vez mais não sei quanto tempo passou, mas foi o suficiente para eu chorar muito a imaginar todo um filme de terror enquanto ia chamando alguém e parecia que não havia viva alma naquela maternidade.

Muito tempo depois (se calhar foram minutos, mas para mim foram os minutos mais terríveis da minha vida) apareceu finalmente uma enfermeira que estranhou eu estar ali (ainda no estado em que me deixaram depois do parto) num choro incontrolável, e ao perceber o que se tinha passado me trouxe finalmente a Camila, enquanto uma estagiária amorosa me dava a anestesia local para me conseguir suturar.

E este foi aquele momento em que entendi o que tantas vezes tinha ouvido a minha mãe e outras mães dizerem. 

"As dores esquecem-se logo!"

E é verdade. Passou-me tudo! 

Esqueci completamente as dores e tudo o que correu menos bem porque afinal ela estava ali a olhar para mim com aqueles olhos grandes e cheia de saúde.

Parabéns meu primeiro amor pequenino!